Meta Surpreende ao Entrar no Mercado de Comércio de Energia

 Empresa-mãe do Facebook planeja negociar eletricidade no atacado para gerenciar custos operacionais de seus data centers.

    Image Credits:Hollie Adams/Bloomberg / Getty Images

Em uma movimentação inesperada que reflete sua crescente demanda por energia, a Meta, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, está buscando autorização para atuar como negociante de eletricidade no mercado atacadista nos Estados Unidos.

A informação foi revelada em um relatório detalhado do TechCrunch, que teve acesso a documentos regulatórios. A empresa formalizou o pedido junto à Federal Energy Regulatory Commission (FERC) dos EUA.

Por que uma Empresa de Tech Quer Negociar Energia?

A justificativa apresentada pela Meta é clara: gerenciamento de custos operacionais. A empresa não pretende se tornar uma concessionária de energia para usuários finais, mas sim comprar e vender eletricidade no mercado atacadista para:

  • Abastecer sua vasta rede de data centers que sustentam suas operações globais

  • Otimizar seus gastos com energia, que representam uma parcela significativa de seus custos

  • Garantir estabilidade no fornecimento para suas operações críticas

O Contexto do Consumo de Energia da Meta

A Meta integra o grupo de gigantes de tecnologia cujo consumo de energia rivaliza com o de cidades de médio porte. Seus data centers, essenciais para operações de inteligência artificial, processamento de vídeos e metaverso, são extremamente intensivos em energia.

Segundo a reportagem, a empresa já é uma das maiores compradoras corporativas de energia renovável dos EUA, mas agora busca flexibilidade para operar diretamente nos mercados de eletricidade.

Próximos Passos

O pedido da Meta agora está em análise pela FERC. Se aprovado, marcará a entrada de mais um gigante tecnológico no setor de infraestrutura energética, seguindo um movimento similar ao de outras empresas do setor que buscam maior controle sobre suas fontes de alimentação.

Fontes Consultadas para esta notícia:

  • TechCrunch: Reportagem exclusiva com análise detalhada dos documentos regulatórios.

O que você acha dessa expansão das big techs para setores de infraestrutura tradicional? Comente abaixo!


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